Foi um grande ano! Obrigada por fazer parte dele

01.01.2015

Vendo a retrospectiva de fotos do Facebook, fiquei com vontade de fazer a minha, mas aqui neste espaço que acompanhou muitas de minhas cagadas conquistas e alegrias de 2014.

 

Porque um ano que teve copa do mundo merece ficar registrado nessa internê.

 

2014, obrigada! Agradeço por ter sobrevivido ao carnaval no RJ (aparentemente é possível viver de miojo e cerveja). Obrigada por ter blindado meu fígado para a copa do mundo e me ter feito viver os dias mais incríveis da história. Lembro daquele jogo contra o Chile que convoquei Deus e todos os anjos de plantão na copa do mundo para aquecerem, entrarem em campo e salvarem nosso time.

 

Do 7×1 eu também lembro, mas prefiro esquecer.

 

Sei que esses momentos não teriam a menor graça se não fossem os amigos que tenho, que me acompanham há uma longa data, e já me decifram com um simples peidinho olhar. São a minha base, meus stakeholders, aqueles que entram na minha casa, entram na minha vida e estão comigo sempre. Já perdi a conta de quantos reveiãos já passamos. Obrigada por mais um ano.

 

2014 também veio me mostrar que nem só de rifas perdidas vive Mariana. Ganhei uma viagem pra Recife do meu trabalho querido, onde vivi (mais) momentos marávis da copa do mundo.

 

E falando em trabalho, dessas tantas horas de 2014, certamente passei metade delas no trabalho. Então, obrigada a vocês, amigos de trabalho, que me viram praticamente todos os dias desse ano, aturando meus dias de tpm, bad har day, remela e mau humor. Obrigada por terem me emprestado caneta, furador, grampeador (onde esses bostas vão parar?) e muitas vezes, o ombro.

 

Também foi em 2014 que fiquei noiva do homem da minha vida, aquele que esteve presente nas ocasiões acima e em todos as outras desde 04 de outubro de 2008. Aquele que atura meus momentos de fome e fúria, choro e meleca, estresse e cafusão. Pabblo, o meu anjo da guarda, amigo, companheiro de viagens, leitor profissional de plaquinhas de museu, muso árabe: obrigada!

 

Obrigada também a minha família, por mais este ano. Qualquer coisa que eu fale é pequena perto da significância que eles possuem na minha vida, mas não canso de repetir: amo vocês.

 

(Percebam o quanto a pessoa fica sentimental no último dia do ano).

 

2014 também teve seus momentos tristes, introspectivos, que vieram junto com aquela vontade de sumir. Ansiedade, preocupação, estresse e hormônios on fire. Mas dias assim são como o 7×1: prefiro esquecer.

 

Pra 2015, quero levar só as coisas boas. E disso, 2014 teve de sobra.

 

Feliz ano novo!

 

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