
O que aprendi com a dança
Sempre quis escrever sobre a dança, mas ficava pensando: ah, tem gente que vive da dança, que pode falar dela com muito mais propriedade que eu.
Minha relação com a dança não é profissional, mas de puro amor.
E se tem uma coisa que aprendi é que a dança é democrática: se dança quem quiser, escreve sobre ela quem quiser.
E cá estou eu, tentando por pra fora a transgressão emocional que é dançar.
A dança me acompanha desde sempre. Quem dança, sabe que inevitavelment

Um texto sobre o bidê
Precisamos falar sobre o bidê. De onde veio? Pra que servia? Pra onde foi? Por que sumiu? Quando eu era criança, recebi a visita de um serumaninho iluminado que confundiu o bidê com a privada. Quando ela acabou o espetáculo, fomos chamados pra ver o show de Nutella no bidê. Inesquecível. Desde então eu nunca mais a vi. ˜O curioso caso da amizade interrompida por um bidê de brigadeiro˜. Ou seja, na minha cabeça o bidê serviu pra duas coisas: cagódromo proibido e piscina pra Ba

Sobre a ansiedade
Tem aquela frase do Pequeno Príncipe que diz assim: “Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz”.
Na versão do ansioso, meio-dia eu já estou suando frio e às quatro da tarde eu começarei o piriri.
Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a desmarcar.
Ser ansioso é um porre, meu amigo. E quem não é? Se tiver alguém aí sobrevivendo ileso a esta era digital, maluca, workaholic, multitaréfica (rs) e

Amizade entre mulheres
É bem comum ouvirmos que amizades entre mulheres não funcionam: são falsas, competitivas, superficiais.
Que tristeza. Se você se decepcionou com alguma amizade feminina, eu te digo: sim, eventualmente as pessoas nos decepcionam. Mas isso não é atributo de gênero.
Outro dia estávamos no meu grupo de amigas do whatsapp falando sobre fazer cocô fora de casa e seus desafios (olfativos, audiovisuais). Uma delas sugeriu o Freecô, que você borrifa antes de utilizar o vaso sani